Petróleo retoma alta com negociações da Petrobras (PETR4) e novos estímulos da China

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Os índices americanos voltaram a bater novos recordes, impulsionados pela análise dos investidores sobre uma enxurrada de comentários dos formuladores de políticas do Federal Reserve, que sugerem espaço para mais flexibilização após o recente corte de meio ponto percentual na taxa de juros.
Outros pronunciamentos do Fed estão previstos ao longo da semana, mantendo o mercado em estado de atenção. Além disso, dados que indicam uma atividade empresarial ainda robusta nos EUA, apesar de um crescimento moderado, reforçam o otimismo de que a maior economia do mundo pode alcançar um “pouso suave”.
Outro fator que tem animado os mercados é a nova onda de estímulos na China. O país asiático cortou novamente suas taxas de juros e os requisitos de reserva, além de flexibilizar regulamentações no setor imobiliário e oferecer suporte aos mercados de ações.
Essas medidas foram anunciadas com grande impacto, claramente com o objetivo de garantir que os dados oficiais do PIB chinês alcancem a meta estipulada pelo governo. Esse movimento é positivo para as commodities, que já apresentam alta nesta manhã, e pode trazer algum ânimo para o mercado brasileiro, que segue abalado pela recente deterioração da credibilidade fiscal do governo.
Fonte: empiricus