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Notícia4 set 2026

E35: gasolina com 35% de etanol começa a ser testada no Brasil”

E35: gasolina com 35% de etanol começa a ser testada no Brasil”

O Brasil pode dar mais um passo no aumento da mistura de etanol na gasolina.

O Ministério de Minas e Energia informou que o plano de testes para a gasolina com 35% de etanol anidro, chamada E35, deve ser publicado ainda em setembro.

O que vai acontecer?

Antes de qualquer mudança nas bombas, o E35 precisa passar por testes técnicos.

A Lei do Combustível do Futuro determina que aumentos na mistura sejam avaliados antes da adoção. Depois dos estudos, a decisão final cabe ao Conselho Nacional de Política Energética, o CNPE.

Ou seja: o E35 ainda não está aprovado para comercialização.

E32 já está nos postos

Atualmente, a gasolina comum está sendo comercializada temporariamente com 32% de etanol anidro, contra os 30% utilizados anteriormente.

A gasolina premium continua com 25% de etanol.

Os testes realizados com o E32 avaliaram desempenho, consumo, emissões, partida a frio e dirigibilidade. Segundo o MME, os resultados foram semelhantes aos de misturas com menor percentual de etanol.

Por que aumentar o etanol?

Um dos objetivos é reduzir a dependência da gasolina importada.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o E32 pode representar uma economia de quase 1 bilhão de litros de gasolina importada por ano.

Além disso, a medida faz parte da estratégia de ampliar o uso de biocombustíveis no país.

O que o revendedor precisa acompanhar?

Para os postos de combustíveis, o momento ainda é de acompanhamento.

Caso o E35 seja aprovado no futuro, o setor deverá observar as novas regras, especificações e orientações oficiais.

Por isso, o revendedor precisa acompanhar de perto:

  • decisões do CNPE;
  • novas normas do MME;
  • especificações dos combustíveis;
  • orientações da ANP;
  • possíveis mudanças na operação do posto.

Informação e preparação ajudam o posto a se adaptar com mais segurança.

Acompanhe a Posto Seguro e fique por dentro das principais mudanças que impactam o mercado de combustíveis.

Fonte: CNN BRASIL