ANP inclui Bacia do Tacutu, em Roraima, em edital para exploração de petróleo e gás

Foto: Bacia do Tacutu, em Roraima – Foto: Reprodução/InfoAmazônia
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) incluiu a Bacia do Tacutu, no norte de Roraima, no edital de licitação para exploração de petróleo e gás natural.
A inclusão permite que empresas interessadas disputem áreas da região para realização de pesquisas e eventuais perfurações, seguindo as regras e a fiscalização da ANP.
Empresas devem manifestar interesse
De acordo com as informações divulgadas, as empresas interessadas devem apresentar suas manifestações acompanhadas das respectivas garantias de oferta. O prazo para essa etapa termina em 31 de agosto de 2026.
Já a Sessão Pública de Ofertas está prevista para 7 de outubro de 2026, quando serão apresentadas as propostas pelas empresas participantes.
A Bacia do Tacutu faz parte do 6º ciclo de oferta, modelo em que áreas são disponibilizadas para disputa a partir do interesse demonstrado pelo mercado.
Outras bacias também estão no edital
Além da Bacia do Tacutu, o edital contempla outras oito bacias sedimentares brasileiras, incluindo áreas das bacias de Campos e Santos.
A ANP informou que validou as manifestações de interesse apresentadas até 21 de julho, desde que acompanhadas das garantias financeiras exigidas. Propostas sem as garantias ou apresentadas fora do prazo foram desconsideradas.
Potencial para o setor energético
A inclusão da Bacia do Tacutu no processo licitatório coloca Roraima no radar de novas atividades de pesquisa e exploração de recursos energéticos.
Neste momento, porém, a medida representa uma etapa do processo de oferta de áreas, e não uma confirmação de que petróleo ou gás natural serão efetivamente produzidos na região. As empresas vencedoras ainda deverão realizar as atividades de pesquisa e exploração previstas nas regras do processo, sob acompanhamento da ANP.

Para o setor de combustíveis, a abertura de novas áreas de exploração reforça o movimento de expansão das fronteiras de pesquisa de petróleo e gás no Brasil.
Fonte: PORTAL AMAZONIA