A culpa não é (só) do fiscal: dólar renova máxima intradia a R$ 5,45 — O que está por trás da nova alta?

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Vale lembrar que no início de junho, o Fed manteve os juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano pela sétima vez consecutiva. Esse é o maior patamar em 23 anos. O BC norte-americano prevê apenas um corte nos juros, de 0,25 ponto percentual, até o fim do ano.
Em linhas gerais, os juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos reduzem o fluxo de dólares para países emergentes, como o Brasil — o que reflete em menor oferta da moeda norte-americana e pressiona a cotação do dólar ante o real.
Fonte: moneytimes