• Nélio Wanderley

Reduzir emissões dos veículos custará R$ 150 bilhões em 15 anos, diz Anfavea

O Barril de Petróleo na Europa (BRENT) fechou ontem acumulado em US$ 71 em ALTA +0,86%, e nos EUA (WTI) fechou em US$ 69 em ALTA +1,42%. O Dólar fechou em R$5,25 ESTÁVEL +0,43% e o Etanol Hidratado em Paulínia/SP fechou em R$3,22 em ALTA +1,69%.


- RAÍZEN ENERGIA: O EBITDA AJUSTADO DO 2T’21 ALCANÇOU R$ 976 MILHÕES: (+15%), suportado pelo maior volume de vendas de açúcar próprio, em linha com o plano de comercialização da safra, com preços médios superiores, refletindo a estratégia de proteção de preços em Reais. Adicionalmente, ganhos de eficiência resultaram em menor custo unitário (ex-CONSECANA). O menor volume de chuvas do período permitiu a aceleração da moagem (+3%), que, combinado à maior produtividade (+13%, medida em toneladas de ATR/ha), contribuíram para aumentar a produção de açúcar equivalente (+6%). Raízen Combustíveis: A flexibilização das medidas de isolamento social alavancou a retomada gradual da atividade econômica e, por consequência, a demanda por combustíveis, principalmente no Brasil. Adicionalmente, a movimentação dos preços dos produtos e a melhora no ambiente de negócios contribuíram para a recuperação dos níveis usuais de rentabilidade. Assim, o EBITDA consolidado ajustado atingiu R$ 907 milhões, revertendo o resultado negativo do 1T’21 e crescendo 37% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.


Fonte: https://ri.raizen.com.br/informacoes-financeiras/central-de-resultados/

- REDUZIR EMISSÕES DOS VEÍCULOS CUSTARÁ R$ 150 BILHÕES EM 15 ANOS, DIZ ANFAVEA : Estudo também garante uma oportunidade única para um crescimento de investimento no Brasil


Veículos leves eletrificados responderão por 12% a 22% das vendas em 2030 no país


Veículos pesados movidos a energia elétrica serão de 10% a 26% em 2030


Motores flex e a diesel ainda serão maioria na frota em 2035


Segundo os cenários apresentados, os veículos leves eletrificados responderão por 12% a 22% das vendas em 2030 por aqui. Já em 2035 os carros elétricos estarão entre 32% e 62%. Em relação aos veículos pesados movidos a energia elétrica serão de 10% a 26% em 2030 e de 14% a 32% em 2035. Contudo, os motores flex e a diesel ainda serão maioria na frota em 2035, o que eleva a importância dos biocombustíveis para reduzir as emissões de gases nocivos ao meio ambiente. Mas antes que o mercado automotivo brasileiro chegue aos 100% de vendas de carros elétricos será necessário investir em biocombustíveis. Por isso, a demanda por etanol e álcool anidro, que está presente em 27% na gasolina, exigirá altos investimentos da indústria sucroalcooleira. Esse número deve ficar em R$ 50 bilhões nos próximos 15 anos. Para andar com um carro elétrico plenamente e não ficar parado na estrada por falta de “combustível” será necessário a instalação de ao menos 150 mil carregadores para atender os veículos eletrificados. Para chegar a este número será necessário investir R$ 14 bilhões.





Nélio Wanderley

SAIBA MAIS

0 visualização0 comentário