• Nélio Wanderley

ANP aprovou proposta de ação para mudança do marco regulatório da revenda



O Barril de Petróleo na Europa (BRENT) fechou ontem em US$ 67,05 BAIXA acumulada em -1,80%, e nos EUA (WTI) fechou em US$ 63,82 BAIXA acumulada em -1,66%. O Dólar fechou em R$5,31 ALTA +1,38% e o Etanol Hidratado em Paulínia/SP fechou em R$3,09 ESTÁVEL -0,35%.


- ANP APROVOU POR UNANIMIDADE, PROPOSTA DE AÇÃO PARA MUDANÇA DO MARCO REGULATÓRIO DA REVENDA (RANPS 41/2013, 58/2014 E 8/2007): A proposta ainda vai passar por consulta e audiência pública e traz algumas mudanças:


- TRR poderá comercializar gasolina C e etanol (hoje o TRR só pode vender diesel), mas a mistura continua restrita as distribuidoras;


- Liberação do delivery de combustíveis (empresas que desejarem atuar dessa forma terão que atender a requisitos definidos pela Agência);


- Maior penalidade para os postos que romperem os lacres de interdição do estabelecimento;


- Flexibilização da tutela da bandeira (posto poderá ter bomba segregada que venda outro combustível).


As medidas vislumbram a redução do custo regulatório, proteção do consumidor e alinhamento com a lei de liberdade econômica.


- APÓS TRAZER FÁBRICA DOS EUA PARA O BRASIL, A MULTINACIONAL BOSCH APOSTA NO USO DO ETANOL PARA CARREGAR CARRO ELÉTRICO E DISPENSAR BATERIAS: Já imaginou em ter um carro totalmente elétrico que, para carregar a bateria, não precisa de tomadas, podendo abastecê-lo em qualquer posto de combustível? A multinacional alemã aposta no uso do etanol para gerar hidrogênio e, a partir desse elemento químico, produzir eletricidade! A façanha ainda está em estudos, mas de acordo com Besaliel Botelho, presidente da Bosch na América Latina, durante Live do Valor, pode ser o caminho para o Brasil compensar atrasos na evolução dos veículos e participar do processo global de eletrificação. "PAÍSES DA EUROPA TÊM FIXADO PRAZOS ENTRE 2025 E 2030 COMO LIMITES PARA O FIM DAS VENDAS DE VEÍCULOS COM MOTORES A COMBUSTÃO", Pensando no meio ambiente, a multinacional alemã Bosch tem plano global para investir R$ 1 bilhão no projeto do hidrogênio até 2024. Botelho afirma que, enquanto esse tipo de tecnologia a partir do etanol não avança no Brasil, é possível compensar o tempo perdido no desenvolvimento do carro elétrico por meio da intensificação na produção de híbridos que possam ser abastecidos com etanol.

Fonte: clickpetroleoegas.com.br







Nélio Wanderley.

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